Parkinson- doença degenerativa

Parkinson- doença degenerativa

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Hoje, 11 de abril,  é o dia Mundial de Conscientização sobre o Parkinson, a data serve como um lembrete, um alerta, para que a população passe a observar a progressão da doença, que aumenta na mesma proporção do crescimento  das pessoas que chegam à terceira idade.

O quadro foi identificado pela primeira vez, em 1817, por James Parkinson, que descreveu os principais sintomas da doença publicados no Ensaio sobre a Paralisia Agitante.

O Parkinson é  um distúrbio neurológico progressivo caracterizado por movimentos bruscos, rigidez e tremores visíveis. Cerca de  75%  de todos os casos de Parkinson começam após o paciente ter atingido 60 anos de idade. Esta é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo, atrás apenas do Mal de Alzheimer. Não existem estudos específicos sobre a prevalência na Bahia, mas de maneira geral, a doença afeta cerca de 1% da população acima de 65 anos, tendo maior incidência sobre os homens. No Brasil, de acordo com a Academia Brasileira de Neurologia, a patologia atinge mais de 200 mil pessoas e pode chegar, em 2040, a mais de oito milhões de pacientes.

Todavia, a idade é apenas um dos fatores de risco, existem outros fatores como em casos de pessoas que foram expostas a toxinas químicas e sofreram lesões na cabeça, ou têm uma história familiar da doença na família. Os homens também são mais propensos do que as mulheres a sofrer de doença de Parkinson.

É muito importante que ao notar os primeiros sinais da doença  como: lentidão nos movimentos, rigidez musculares  e tremores em repouso, tem que  procurar ajuda de um especialista para que possa encaminhá-lo ao tratamento correto.

Para o neurologista e especialista em Parkinson, Guilherme Valença, com o envelhecimento dos brasileiros é possível que tenhamos um aumento significativo na frequência do Parkinson.  “Na última década, houve mais avanços na compreensão dos mecanismos da doença do que no tratamento farmacológico”, pontua.

No mercado farmacêutico já existem  alguns medicamentos para o controle dos sintomas motores,  o que permite ao pacientes ter uma qualidade  vida.

Salvador conta com associações que ajudam não só aos pacientes, mas também aos familiares, afinal a doença afeta à família. A Associação dos Pacientes com Alzimer (Abapaz),  dá informações sobre os direitos das pessoas com Parkinson, orienta sobre a doença e onde buscar o tratamento. A associação fica na rua Professor Francisco da Conceição Menezes- Rio Vermelho, telefone:  33470143, 986618814.

Em entrevista ao programa Saúde no Ar, do dia 4 de abril, a geriatra e diretora do Creasi- Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso, Mônica Hupsel Frank, falou sobre Parkinson e deonças degenerativas. E também informou  que o  Creasi distribui medicamentos para doença de Parkinson, independentemente,  se é ou não casdastrado no Creasi.

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Mônica Hupsel Frank /Patrícia Tosta

 

Ouça a entrevista com  Mônica na íntegra:

 

Redação Saúde no Ar

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