Governo analisa programa de auxílio a famílias mais pobres para botijão de gás

Governo analisa programa de auxílio a famílias mais pobres para botijão de gás

A pandemia levou muitas familias a viverem tempos dificies; especialmente pela alta dos preços de produtos básicos no dia-a-dia. De acordo com o governo, a equipe prepara um programa para que famílias mais vulneráveis tenham acesso ao botijão de gás. Mesmo não dando detalhes, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta quarta-feira, 28, que as medidas passam por discussão em parceria com outras pastas e devem ser concluídas nos próximos dois meses.

“Estamos trabalhando junto com o Ministério da Cidadania e também com o da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, no sentido de atender essa população que não tem condições de adquirir um botijão de gás e tem que voltar a lenha”, afirmou Albuquerque em entrevista à Rádio Bandeirantes. “É inadmissível e nós estamos trabalhando em um programa para que essas pessoas mais vulneráveis tenham acesso ao botijão de gás”, disse.

De acordo com o minsitro, para frear os preços, o governo zerou o imposto federal do Gás de cozinha. Contudo, ressaltou que ainda há o impacto dos tributos estaduais e dos encargos de distribuição.

Além disso, Bento informou que a medida não será especificamente similar ao programa Tarifa Social; que concede descontos nas contas de luz de famílias mais vulneráveis, mas terá o mesmo propósito. Até março, cerca de 11,9 milhões de famílias estavam inscritas para receber o benefício.

“Já existem cadastros bem consistentes de qual é o grupo de pessoas que temos que alcançar e é nisso que estamos trabalhando juntos com os ministérios da Cidadania, e temos prazo para concluir esses trabalhos, nos próximos dois meses provavelmente nós já teremos isso encaminhado e essas pessoas serão beneficiadas. Enquanto isso, estamos trabalhando junto com o ministério da ministra Damares Alves para que possamos, com medidas de apoio, de cesta básica também, de apoio para recebimento de GLP, atender essas pessoas que mais necessitam”, disse o ministro.

 

 

 

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