Redução de sal, açúcar, óleo, gorduras é essencial para a saúde

Redução de sal, açúcar, óleo, gorduras é essencial para a saúde

O Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia reúne seus pacientes na próxima (quinta-feira) a partir das 8 horas para discutir o tema “Descasque mais, desembale Menos”, como forma de incentivar o uso de frutas e verduras e redução do  consumo de alimentos industrializados.  A abertura será feita pela coordenadora, Teresa Arruti. Também haverá  uma palestra e dinâmica com nutricionista,  Lorenna Fracalossi, além de momento de relaxamento com sessão de Ioga do Riso.

De acordo com o Guia de Alimentação para a população Brasileira, do Ministério da Saúde, um dos passos de uma alimentação saudável  é a redução da utilização  de óleos, gorduras, sal e açúcar.  A batata frita, por exemplo, é preparada por imersão (bastante óleo e alta temperatura), além de conter muito sal.

“Pastéis, coxinhas e outros salgados fritos também são fritos da mesma forma e devem ser consumidos apenas em ocasiões especiais”, orienta a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Lorenna Fracalossi.

O Ministério da Saúde possui a meta da redução do teor de sódio nos alimentos industrializados para o próximo ano. Outros países como Uruguai e Chile já fizeram isso.

A utilização de ervas (alecrim, hortelã, tomilho, coentro, sala) e especiais (canela, açafrão, cominho) realça o sabor dos alimentos, exigindo menor quantidade de sal. E consumir pouco sal é muito importante para saúde. O sal em excesso – explica a nutricionista – é fator de risco para a hipertensão arterial, sobrecarrega os rins no processo de filtragem por exigir maior quantidade de água, além de dificultar a perda de peso para pacientes com obesidade.

Dependendo da situação de saúde do paciente, e cabe ao especialista decidir, em alguns casos,  o açúcar deve ser eliminado. O sal pode ser substituído por sal do Himalaia  e os óleos polinsaturados que são prejudiciais:  óleo de milho, soja, canola ; podem ser substituídos por óleo de coco ou azeite de oliva.

Jorge Roriz

Fonte: Ascom Cedeba

 

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