ANS: Relançado Projeto Cuidado Integral à Saúde

ANS: Relançado Projeto Cuidado Integral à Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), junto ao  Projeto Cuidado Integral à Saúde – o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), o Institute for Healthcare Improvement (IHI) e a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) realizaram, nos dia 27 e 29 de junho,  encontros virtuais sobre a Atenção Primária à Saúde (APS) no setor de saúde suplementar do Brasil. No primeiro dia, o Projeto Cuidado Integral à Saúde foi relançado após ter sido suspenso em março em decorrência da pandemia do novo Coronavírus.

Participaram do evento, o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar; o diretor do IHI, Paulo Borem; o Coordenador de Atenção Primária à Saúde do HAOC, Eno Dias, e o Coordenador do Grupo de Trabalho (GT) de Saúde Suplementar da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Fernando Amorim.

Aguiar destacou o relançamento do projeto, enfatizando a importância da APS no contexto da pandemia. “É essencial que as boas práticas e experiências em APS sejam conhecidas e difundidas, principalmente neste momento de pandemia, quando o tema sobre a coordenação e o cuidado integral da saúde dos beneficiários que utilizam a saúde suplementar se torna imperiosa para a manutenção adequada das condições de saúde e para que não tenhamos desperdícios de recursos”, explicou.

Durante evento aconteceu a apresentação do projeto “Cuidado Integral à Saúde na Saúde Suplementar”, destacando a necessidade da mudança do modelo, baseando-se no contexto das consequências de transições demográficas e epidemiológicas, como: o aumento da longevidade e a necessidade de cuidados multiprofissionais e paliativos, além do crescimento de doenças cardiovasculares e crônicas, obesidade, transtornos mentais e ressurgência de algumas doenças infectocontagiosas e emergência de outras como a Covid-19, que repercute na forma da organização da rede de cuidados.
O projeto, apresenta as fases e os requisitos para participação, critérios para seleção das operadoras, a proposta de organização de atividades e os novos desafios na busca da implementação da Atenção Primária como uma solução para a nossa realidade em saúde, destacando as doenças crônicas, que são responsáveis por 74% do total de mortes (segundo dados de 2016 do Ministério da Saúde) destacando as neoplasias, cardiovasculares, síndromes respiratórias e diabetes.

Fonte: Agência Nacional de Saúde Suplementar

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