Vacinação: Brasil segue livre da poliomielite

Vacinação: Brasil segue livre da poliomielite

Segundo Ministério da Saúde; são 31 anos sem a doença no Brasil devido às ações de vacinação; Além disso; a vacinação é a única forma de prevenção indicada que garante a proteção.

De acordo com o MS; a paralisia infantil; também conhecida como poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave que afeta o sistema nervoso; podendo provocar paralisia permanente ou transitória dos membros inferiores. Porém; não existe tratamento e a única forma de prevenção é a vacinação. Por outro lado; a vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3.

Dessa forma; o Brasil vem desenvolvendo um importante papel no combate à poliomielite. Ao longo de 47 anos o Programa Nacional de Imunizações (PNI);  por meio das ações de vacinação, tem contribuído de forma ativa para manter o país livre da doença. Ainda assim;  Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem do seu território, juntamente com os demais países das Américas.

Campanha de Vacinação

De acordo com o MS; disponibilizou 10,2 milhões de doses da vacina oral poliomielite (VOP) em mais de 40 mil postos de vacinação de todo o país.  Até o dia 30 de outubro, cerca de 11 milhões de crianças de 1 a menores 5 anos de idade devem ser vacinadas contra poliomielite. Para a Campanha Nacional de Vacinação; lançada no dia 5 de outubro. Contudo;  A meta da pasta é vacinar, no mínimo, 95% das crianças na faixa-etária da campanha.

Do mesmo modo; o público-alvo da campanha contra a poliomielite estão crianças menores de 5 anos de idade; com estratégias diferenciadas para crianças com até 1 ano incompleto e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos. Ainda assim; a depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP); como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

Casos

De acordo com a orientação da Organização Mundial da Saúde e faz parte do processo de erradicação mundial da pólio; desde 2016, o esquema vacinal contra a poliomielite passou a ser de três doses da vacina injetável (VIP, aos 2, 4 e 6 meses); bem como as doses de reforço com a vacina oral bivalente (VOP, gotinha). Além disso; no Brasil, o último caso de infecção pelo poliovírus selvagem ocorreu em 1989, na cidade de Souza, na Paraíba.

 

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