Proteína de células imunológicas faz cobaias emagrecerem

Proteína de células imunológicas faz cobaias emagrecerem
Novo estudo mostra os efeitos de uma proteína participante das defesas do organismo no diabetes; de acordo com os pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA; a pesquisa realizada em camundongos, revela uma citocina chamada linfopoietina estromal tímica (TSLP) ajudou os animais a perderem gordura abdominal e peso, independentemente da redução de alimentos ou da ativação do metabolismo.
Além disso, segundo os autores, esse pode ser o primeiro passo para o desenvolvimento de um novo tipo de tratamento para uma condição que, globalmente, afeta 13% dos adultos e uma em cada cinco crianças e adolescentes.
Chamadas de Citocinas , essas proteínas produzidas por células do sistema imunológico, que exercem diversas funções no combate a infecções e inflamações. Assim, a TSLP é conhecida pelo papel contra a asma e outras doenças alérgicas. Além disso, Taku Kambayashi, pesquisador do Laboratório de Medicina Patológica da universidade e principal autor do estudo; ressalta que trabalhos anteriores sugerem que essa substância poderia influenciar o diabetes 2 ativando células T que regulam o metabolismo energético.
Contudo, o grupo do cientista resolveu investigar se, em ratos obesos — uma condição associada ao diabetes —; a TSLP teria algum impacto sobre a resistência à insulina, que caracteriza a doença metabólica.
Durante o estudo, os pesquisadores injetaram, em cobaias obesas, um vetor viral que faria aumentar os níveis de TSLP no organismo. A citocina, inesperadamente, tratou a obesidade dos animais, que continuavam sendo alimentados com uma dieta rica em gordura. Por outro lado, enquanto o grupo de controle ainda ganhava peso, os camundongos tratados com TSLP perderam 20g, passando de 45g (obesidade) para 25g, em 28 dias.
Dessa forma, durante conclusão do artigo, os cientistas, afirmam que “estimular a liberação de sebo em alta velocidade pode resultar no ‘suor de gordura’ e na perda de peso”. “A TSLP poderá ter um importante papel em tratamentos futuros da obesidade., diz Kambayashi.

 

 

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