MS: Prefeitura do Rio recebia R$ 1,5 milhão por mês para favorecer plano de saúde

MS: Prefeitura do Rio recebia R$ 1,5 milhão por mês para favorecer plano de saúde

Ministério Público do Rio e Polícia Civil, realizam investigações, na prefeitura do rio, a suspeita é de que, por propina, a prefeitura facilitaria a assinatura dos contratos e o pagamento das dívidas.

Chamado de “QG da Propina”; de acordo com o MP, funcionava na Prefeitura do Rio e recebia R$ 1,5 milhão por mês. Pagos pela empresa Assim Saúde para intermediar o fornecimento de planos de saúde a servidores municipais.

Além disso, segundo o inquérito, que apura a existência de um suposto esquema de corrupção no governo municipal; o responsável pela negociação foi o empresário Rafael Alves, irmão do ex-presidente da Riotur Marcelo Alves. De acordo com o Ministério público, a propina era paga troca de um contrato de R$ 210 milhões para fornecimento de planos de saúde a funcionários da Prefeitura.

Segundo informações, o acordo foi fechado com o empresário Azziz Chidid Neto; presidente do Conselho de Administração do Grupo Assim Saúde. Segundo a investigação, Alves se encontrava regularmente com o doleiro Sérgio Mizrahy no “QG da Propina”; para dividir o dinheiro recebido irregularmente dessa e de outras empresas.

Em resposta

Por meio de nota, a Prefeitura do Rio refutou as acusações do Ministério Público sobre as negociações com o Grupo. De acordo com o informe, o processo de contratação do plano de saúde dos servidores foi aberto a todas as operadoras e que a Assim Saúde foi a única a apresentar proposta.

Alem disso, o grupo Assim Saúde também se manisfestou sobre as acusações; em nota, afirmou que tem contrato com a Prefeitura do Rio há 16 anos, atendendo mais de 100 mil pessoas, e que vem tentando junto à prefeitura equilibrar economicamente o contrato diante do aumento dos custos de operação.

O advogado do empresário Rafael Alves;  disse que as acusações contra ele são precipitadas. Disse também que o Ministério Público interpretou as mensagens encontradas no celular de Rafael de forma “malévola” e “enviesada”.

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