Fundação José Silveira assegura na pandemia tratamento contínuo aos pacientes com tuberculose no IBIT

Fundação José Silveira assegura na pandemia tratamento contínuo aos pacientes com tuberculose no IBIT

Nesta sexta-feira (04/12); dia Municipal de Combate à Tuberculose o Instituto Brasileiro para Investigação de Tuberculose (IBIT); unidade da Fundação José Silveira com indicadores de referência nacional. Tem garantido o atendimento de 33.447 pacientes de forma gratuita durante a pandemia do novo coronavírus.

Dessa forma, o núcleo Fundado pelo Professor José Silveira, reconhecido internacionalmente pelas pesquisas relacionadas à tuberculose; tem dado atendimentos; bem como consultas, exames e diagnósticos de novos casos de pelo SUS e recursos próprios.

Com um modelo de suporte integral alinhado ao programa Nacional de Controle da Tuberculose (PCT), o IBIT disponibiliza assistência médica nas áreas de pneumologia, tisiologia; bem como pediatria e clínica médica. Além disso, conta com atendimento nutricional, enfermagem e serviço social.

Cuidados dos pacientes durante a pandemia

 

Além disso, em ajuda a população mais vulnerável a unidade desenvolve um trabalho de apoio social; bem como acompanhamento nutricional e complementação alimentar, com fornecimento gratuito de pães de soja, leite de soja e cestas básicas.

O conjunto de ações reflete nas taxas de cura e adesão ao tratamento alcançadas pela instituição acima dos índices preconizados pelo Ministério da Saúde. Diante das demandas causadas pela pandemia, a Fundação José Silveira implantou no IBIT um ambulatório para atender pacientes com sequelas pulmonares pós COVID-19. As manifestações clínicas da doença incluem síndrome respiratória aguda e pneumonia. O serviço disponibiliza consultas e exames gratuitos, com uma equipe multidisciplinar que atua de acordo com protocolos médicos baseados nas normas dos órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

A tuberculose na Bahia

De acordo com a Secretaria de saúde da Bahia (Sesab); mesmo com mais de 43 milhões de vidas salvas no mundo, por meio de diagnóstico e tratamento efetivo entre 2006 e 2015; a tuberculose está entre as doenças infecciosas que mais mata no Brasil. A Bahia ocupa o 3º lugar com maior carga da doença no país.

Na Bahia, a média é de 4.500 casos diagnosticados anualmente. Contudo; apenas 61,8% são curados e o abandono de tratamento chega a 6,1%. Em 2018, foram registrados 4.750 novos casos da doença, desses, 295 foram a óbito. Ainda assim, no mesmo ano, Salvador registrou 1.565 casos e 75 óbitos. Até fevereiro de 2019, na Bahia, 479 pessoas contraíram a tuberculose. Dessas, 21 foram a óbito. Em Salvador, esse número de casos chegou a 175, com sete óbitos.

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