Farmácias começam a ganhar destaque na bolsa de valores

Farmácias começam a ganhar destaque na bolsa  de valores

A procura de farmácias pelo mercado de ações pode indicar um movimento maior do setor de drogarias em busca de bolsas de valores. Com a intenção de ampliar os horizontes, a rede de farmácias Pague Menos, solicitou entrada no B3.

“A oferta foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária da companhia, conjuntamente com a submissão do pedido de listagem da companhia na B3 e do pedido de admissão à negociação e adesão ao segmento especial de listagem do Novo Mercado da bolsa brasileira”, informou a Pague Menos em nota.

A rede de drogarias Panvel, do Sul brasileiro, fará um follow-on (emissão secundária de ações), com uma oferta de ações que busca captar entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões. Com isso, a companhia pretende migrar para o Novo Mercado. Entre os objetivos da Panvel com esse passo, estaria o investimento na expansão da rede, com a criação de 500 lojas, segundo o Brazil Jornal. Procurada pelo E-investidor, a Panvel respondeu que “não está comentando esta informação”.

Já a Pague Menos, por meio de fato relevante, solicitou o “registro da oferta pública de distribuição primária e secundária de ações ordinárias (IPO)”. A companhia listou algumas etapas necessárias para o IPO, que serão fixadas pelo seu Conselho de Administração, como a quantidade de ações a serem emitidas na oferta e o preço de venda das ações que será realizada no Brasil e no exterior.

As movimentações recentes, ainda que a da Panvel não esteja confirmada, indicam que poderá aumentar a concorrência da Raia Drogasil, que já está na B3 e teve queda recente nos seus papéis.

Como movimentações recentes, ainda que a Panvel não esteja confirmada, possa aumentar a concorrência da Raia Drogasil, que já está na B3 e teve recentemente os seus papéis. Em relação à pandemia, um economista chefe da Reag Investimentos avaliou que a crise mostrou a importância do setor e seu potencial de captação de recursos potenciais, uma vez que oferece menos risco “macro-pandêmico” para os investidores.

Fonte: Estadão

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