Colonoscopia e câncer de intestino

Colonoscopia e câncer de intestino

WhatsApp Image 2017-09-22 at 09.00.27A melhor maneira de combater o câncer de intestino é a prevenção. Se descoberta precocemente, a doença pode ser curável em 70% dos casos. “O sucesso do tratamento ocorre quando detectamos lesões precoces por meio da colonoscopia”, alerta o coordenador do Serviço de Gastroenterologia do Hospital Cárdio Pulmonar, o gastroenterologista Allan Rego.

Para aumentar a conscientização sobre a importância da prevenção e combate ao câncer de intestino – também chamado de câncer colorretal – a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBC) realiza a campanha chamada de Setembro Verde, quando especialistas reforçam a importância da realização da colonoscopia.

O exame é realizado após o preparo (limpeza) do intestino, utilizando-se uma medicação que induz a diarreia. Esse preparo pode ser realizado em casa ou no hospital. O especialista explica que grande parte dos tumores intestinais origina-se dos pólipos, lesões benignas, mas com potencial de transformação em câncer. “Quando se realiza uma colonoscopia e identifica-se esse tipo de lesão, ela deve ser retirada, evitando-se a sua progressão”, esclarece.

O médico enumera entre os fatores de risco da doença a obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabagismo. A idade também se torna importante a partir dos 50 anos. Nesta fase, a colonoscopia deve ser realizada como um exame de rotina e, quando identificados pólipos, eles são removidos durante o exame, evitando uma possível transformação em células malignas. Além dos pólipos, a colonoscopia pode diagnosticar patologias intestinais, como divertículos e doenças inflamatórias.

“As contraindicações da colonoscopia estão relacionadas a idade e co-morbidades, ou seja, outras doenças que o paciente possa ter que determinem maior risco do que benefício na realização do exame, especialmente em relação ao preparo e sedação”, pontua o médico. Geralmente, o câncer de intestino é tratado por meio de cirurgia para remoção da parte afetada. Dependendo da dimensão, pode ser necessário tratamento quimioterápico ou com radioterapia.

O convidado do programa foi o gastroenterologista Allan Rego.

Sintonize seu rádio às 8h na Rede Excelsior de Comunicação AM 840 e participe. Ligue para o telefone (71) 3328-7666 ou envie uma mensagem para o whatsapp (71) 99681-3998.

Ouça entrevista na íntegra:

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