Cientistas conseguem pela primeira vez reverter envelhecimento de células humanas

Cientistas conseguem pela primeira vez reverter envelhecimento de células humanas

Conquista inédita de cientistas israelenses; consegue reverter processo de envelhecimento de células humanas.

De acordo com os pesquisadores; com o envelhecimento parte da estrutura das extremidades dos cromossomos (telômeros) são encurtadas; dessa forma o DNA é danificado; impedindo que as células se repliquem. O processo acontece naturalmente ao longo dos anos.

Participaram da pesquisa 26 pacientes voluntários; que se disponibilizaram a ficar em uma câmara de oxigênio hiperbárica, inalando oxigênio puro em uma pressão maior que a da nossa atmosfera; ao todo aconteceram cinco sessões de 90 minutos, toda semana, durante três meses. Como resultado, os pesquisadores viram alguns telômeros das células sendo estendidos em até 20% do tamanho que tinham antes; dessa forma rejuvenescendo cerca de 25 anos.

Ponto inicial

De acordo com o líder do estudo; Shair Efrati, médico da faculdade de medicina da Universidade de Tel Aviv, em Israel; Disse que teve inspiração em um experimento da NASA para conduzir o seu próprio.

“Depois do experimento feito pela NASA, quando um de dois irmãos gêmeos foi enviado ao espaço e o outro ficou na Terra, demonstrou-se uma diferença significativa no comprimento do telômero, e percebemos que as mudanças fora do meio ambiente podem afetar as alterações do núcleo celular, que acontecem ao longo do envelhecimento”, disse o médico.

Além disso, com as pesquisas houve a possibilidade de reduzir as células senescentes; ou seja células que deixam de se dividir e ficam se acumulando no organismo, em 37%, dando espaço para que células novas e saudáveis se multipliquem.

Contudo; segundo o pesquisador experimentos com telômeros,  são frequentes. De acordo com ele; muitas intervenções farmacológicas e ambientais vem sendo exploradas a fim de encontrar respostas para o alongamento dessas extremidades.

Ainda assim, apesar dos bons resultados a descoberta ainda não é motivo para empolgação; será preciso mais estudos com a câmara de oxigênio hiperbárica.

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