Coronavírus - Entrevista com o ministro da saúde

Coronavírus - Entrevista com o ministro da saúde

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, concedeu uma entrevista coletiva à imprensa,nesta quarta- feira, (26/02), em Brasília. Ele falou sobre as ações adotadas no Brasil e as recomendações para a rede de saúde e população. O primeiro caso de coronavírus foi confirmado no Brasil. O paciente de 61 anos, cuja identidade não foi revelada, que chegou da Itália na última sexta- feira (21/02)  foi confirmado como o primeiro caso de coronavírus no Brasil. Ele está em casa, em não possui sintomas graves. O paciente tem histórico de viagem pela Itália, na região da Lombardia, onde esteve entre 9 e 21 de fevereiro. Ele  recebeu pelo menos 30 familiares no último domingo (23). A informação foi confirmada pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
o ministro afirmou que neste momento está sendo feito um trabalho de mapeamento para identificar todos os passos e contatos deste primeiro paciente.Existem no Brasil, 20 casos suspeitos de coronavírus.
Ainda de acordo com informações do Ministério da Saúde, há outros 20 suspeitos de coronavírus no Brasil, com casos espalhados em Pernambuco (1), Paraíba (1 caso), Espírito Santo (1), Minas Gerais (2), Rio de Janeiro (2), São Paulo (11) e Santa Catarina (2).

“Muito em breve a Organização Mundial de Saúde (OMS) vai parar de fazer a relação de nexo causal entre países. Muito em breve, eles terão que declarar [o coronavírus] como uma pandemia”, afirma o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Ele manifestou preocupação com uma possível redução no fornecimento de insumos do setor de saúde produzidos na China. A epidemia do novo coronavírus aumentou a demanda por materiais como imunoglobulina e máscaras no país asiático, epicentro da doença e ao mesmo tempo fornecedor desses produtos para o resto do mundo.

“(A situação) preocupa porque o mundo passou a ter a China como supplier (fornecedor). Estamos trabalhando como nossa indústria para que se possa abastecer”, disse o ministro. A imunoglobulina, destacou, é um dos fatores de preocupação, mas há fornecedores em outros países para os quais o País poderia recorrer.

“Estamos vendo como abastecer com sustentabilidade o nosso país.”

Assista a entrevista.

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