#A vida do negro importa, # A vida do pobre importa!

#A vida do negro importa, # A vida do pobre importa!

# Avida do negro importa!
# A vida do pobre importa!
Estamos vivendo uma insurreição social alimentado pelas vísceras sociais nas redes sociais. Quando compreendemos os atores sociais no desenvolvimento ao longo de séculos e o que causou dor e sofrimento na parte explorada (pobres, negros, etc.), fica evidente esse momento.

Com a pandemia, em que a prevalência de morte é 4×1, os negros estão partindo para tudo ou nada, pois estão como Gato de Schroedinger (quase vivo e quase morto) e nesta condição aliada aos desfechos econômicos da pandemia, especialmente nos EUA, em que a situação racial é peculiar, tende a se agravar.

As condições para controle de massas com a imprensa revelando o que interessa e como interessa, foram rompidas pelas redes sociais, onde as # se convergem para gritos comuns e soluções rarefeitas com desfechos individualizados e de interesses de poucos. Infelizmente tardamos em compreender e viver o bem comum e a paz.

O EUA já vive uma pré convulsão social no efervescer da pandemia, a qual deve agravar ainda mais a mortandade inicialmente de negros e pobres, haja vista, a pobreza e hábitos alimentares associados, não obstante de nossa triste realidade de desigualdade social.

Aqui pelo que parece estamos indo por caminhos semelhantes com probabilidade de ser ainda mais agravante, pois conhecemos a realidade das favelas e a ausência secular do Estado, desde a colonização e o triste período escravocrata. A conta chegou.

A sociedade de homens livres e comprometidos com o desenvolvimento sustentável, com o verdadeiro bem comum e a paz precisa convergir para sobrevivência das próximas gerações.

Que Deus nos proteja e nos blinde nesta transição planetária.

Paz e Luz!

Ezequiel Oliveira 03.06.20
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Ezequiel Oliveira, professor, físico, mestre em medicina e saúde publica, especialista em física médica, supervisor de radioproteção, terapeuta sistêmico.

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