Saúde financeira = atitude

Saúde financeira = atitude

GRANAJá é constatado que a vida financeira do indivíduo afeta não só a questão monetária, mas também outras áreas como a saúde física, mental e até comportamental. Manter o equilíbrio financeiro está entre uma das estratégias de sobrevivência de qualquer pessoa, pois disto depende o próprio bem-estar.

Saúde monetária não diz respeito a planejar-se financeiramente apenas reduzindo e acompanhando gastos, cortando investimentos desnecessários e controlando o rendimento do mês com o que se ganhou ou o que foi feito com o dinheiro, mas exige uma mudança de hábitos e o reordenamento mental e comportamental.

Com a crise econômica e o início do ano, estabelecer critérios para manter uma vida mais estável tem sido a meta de muitas pessoas que, para tanto, tem buscado ajuda de especialistas em reeducação financeira.

Para o economista e terapeuta transpessoal, Roland Paiva, essa é uma questão cultural já que boa parte das famílias brasileiras não se preocupa com essa questão, ou seja, cada família se relaciona de uma forma diferente quando o assunto é a educação financeira dos filhos. “ A relação com o dinheiro deve ser estimulada desde a infância e para encontrar esse equilíbrio é preciso se livrar de crenças e valores limitantes adquiridos da própria família ou da sociedade”, afirma.

Alguns estudos constatam que uma vida materialmente próspera depende de uma série de fatores, tanto objetivos quanto subjetivos. Uma mente bem estruturada com crenças, valores, estratégias, planejamento e comportamentos prósperos acaba atraindo bons frutos, aliado a atitudes igualmente favoráveis, gerando e captando oportunidades.

Redação Saúde no Ar*

Ana Paula Nobre

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