A Escola de Saúde Pública da Bahia dá início à 3ª turma do Curso de Especialização em Saúde Pública

A Escola de Saúde Pública da Bahia dá início à 3ª turma do Curso de Especialização em Saúde Pública

A Escola de Saúde Pública da Bahia Professor Jorge Novis (ESPBA) começa na próxima segunda-feira (19), as aulas da 3a turma do Curso de Especialização em Saúde Pública. O curso tem como objetivo qualificar os profissionais da área da saúde e áreas afins, com vistas ao desenvolvimento das competências gerais, específicas e colaborativas, necessárias para a sua atuação na área de saúde pública como sanitarista, contribuindo com a implementação de novas práticas e para a organização do trabalho em saúde, tomando como referência os princípios do SUS e a interprofissionalidade.

O curso será realizado de forma descentralizada na Região de Saúde Centro Leste da Bahia, e em Salvador e Região Metropolitana, com duração de 12 meses, na modalidade presencial, com carga horária total de 402 horas. Nesta 3a turma, foram selecionados 90 candidatos, sendo 45 em Salvador e Região Metropolitana, e 45 candidatos na Região Centro Leste da Bahia.

O curso é realizado pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), através da Superintendência de Recursos Humanos da Saúde (Superh), em parceria com a REDESCOLA/Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)/Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec) e Núcleo Regional de Saúde Centro Leste.

O curso de Especialização em Saúde Pública tem por objetivos específicos conhecer e refletir sobre conceitos e práticas estruturantes das subáreas constitutivas da saúde coletiva; estimular a capacidade crítica e reflexiva do sujeito para identificação de problemas prioritários na área da saúde pública, buscando soluções criativas para o enfrentamento dos mesmos, capacitar o discente para atuar em serviços, programas e ações da Saúde Pública, utilizando conhecimentos, técnicas e instrumentos adequados às características da situação de saúde e do sistema de saúde brasileiro; estimular o discente a desenvolver competências colaborativas para realizar ações conjuntas na perspectiva interprofissional; estimular a produção de projetos de intervenção e de produção científica, com vistas à disseminação do conhecimento, bem como de realizar de intervenções

Além disso, as aulas vão apoiar e conferir qualidade à formação em Saúde Pública, garantindo ampliação do acesso, atualização de práticas e conteúdos com continuidade na oferta, equidade, otimização de recursos e responsividade, favorecendo a ampliação da oferta de cursos lato sensu no Brasil, podendo favorecer um redesenho das bases de formação em saúde pública a partir de uma articulação e participação em rede (RedEscola).

 Fonte: ESPBA

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