Sesab promove encontro estadual de hanseníase

Sesab promove encontro estadual de hanseníase

A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia está realizando, de hoje até o próximo dia 11 (quiinta-feira), o Encontro Estadual de Hanseníase nos de 9 a 11 de julho de 2019. O evento tem como objetivo discutir estratégias conjuntas para o enfrentamento da hanseníase na Bahia e contará com a presença dos profissionais de saúde da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, Instituto Couto Maia, Núcleos Regionais de Saúde e profissionais de cinquenta municípios, além de representantes do Ministério da Saúde e da sociedade civil.

O objetivo da estratégia Nacional/Estadual não é trabalhar sob a perspectiva de municípios prioritários, mas sim apresentar estratégias diferenciadas para localidades que apresentam endemicidades distintas, de forma que se possa alcançar a efetividade das ações para o controle da doença.

Estatísticas

Na Bahia, no período de 2008 a 2018, foram notificados 27.311 casos de hanseníase, e destes, 1.997 em crianças e adolescentes até 14 anos. Em 2017, foram registrados 2.209 casos novos da doença, destes 148 em crianças menores de 15 anos e 2018, dados preliminares apontam para a notificação de 1.997 casos novos, sendo que destes, 115 foram em crianças e adolescentes. Nesse período, o coeficiente geral de detecção passou de 20,8 casos por 100 mil habitantes (2008) a 14,5 casos por 100 mil habitantes em 2017.

Enquanto, o coeficiente de detecção de hanseníase em menores de 15 anos passou de 5,1 casos por 100 mil habitantes em 2008 para 3,8 casos por 100 mil habitantes em 2017. Destaca-se que os homens na faixa etária de 20 a 49 anos e acima de 60 anos tem alto risco para a hanseníase, e esta última faixa etária é também o maior grupo acometido pelas incapacidades físicas causadas pela doença, portanto, deve ser considerada como prioritária.

Manchas na pele de cor parda, esbranquiçadas ou avermelhadas estão entre os principais sintomas dahanseníaseHanseníase ou lepra, nome pelo qual a enfermidade era conhecida no passado, é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, ou bacilo de Hansen, em homenagem a seu descobridor.

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