Musicoterapia e Reabilitação

Musicoterapia e Reabilitação

A relação dos seres humanos com a música é algo totalmente intimo que de uma vez ou outra, você sempre vai ver alguém cantarolando nas ruas ou até mesmo usando um fone de ouvido.

Esses sons são introduzidos a partir do nascimento de uma criança, quando as mães sussurram cantigas para o seu filho dormir. A melodia não só faz bem para a alma, mas também contribui para a saúde mental e corporal.

Seja dançando, cantando ou tocando o efeito que a musica causa no nosso corpo, tem sido a fonte de cura para muitas doenças como: Problemas neurológicos, lesões cerebrais, dislexia, autismo, esquizofrenia, depressão, estresse e hiperatividade, distúrbios de comunicação e gageira. A musica também pode ajudar no tratamento de portadores de AIDS e pessoas com câncer.

Como surgiu a Musicoterapia ?  

O uso da musica para tratamentos iniciou desde o princípio da história como disciplina no século XX, logo depois da Segunda Guerra Mundial. Diversos músicos se propuseram a fazer visitas aos soldados feridos para aliviar o sofrimento da guerra, através da música então, o tratamento teve um avanço.

No Brasil, a musicoterapia  surgiu na década de 70 com o intuito de ampliar alternativas para a cura e as formas educacionais e pedagógicas, Conservatório Brasileiro de Música, localizado no Rio de Janeiro, foi estreado.

Como atua a musicoterapia?

A musicoterapia cada vez mais esta fazendo parte de tratamentos de reabilitação dos pacientes. Isso porque, a música estimular o cérebro, liberando a dopamina e trazendo aquela sensação de relaxamento, assim como o chocolate, sexo, e a prática de exercícios causam. Além disso, a música ativa diversas regiões do cérebro responsáveis pela memória, como o hipocampo. Essa técnica tem sido usada por muitos médicos, terapeutas e preparados físicos como tratamento para diversas doenças.

Para definir a escolha do método do tratamento são executadas entrevistas pessoais e muita observação.  As formas terapêuticas podem ser realizadas em dois formatos.

  • Ativa – É a que ocorre na maioria dos casos. Neste formato, o paciente é quem toca os instrumentos musicais, canta, dança ou desenvolve algum trabalho musical com o terapeuta.
  • Receptiva – Mais indicada a pacientes com sérios problemas motores ou quando se pretende trabalhar tão somente em um aspecto do tratamento.

Rita Cassia O assunto foi tema do Programa Saúde no Ar, quinta-feira (04.10) Patrícia Tosta conversou com a Musicoterapeuta e professora de musica, Rita de Cássia, sobre o tratamento de doenças através da música.  Ouça e entenda mais!

 

 

 

 

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