A Feira de Ciências do Colégio Estadual Antônio Carlos Magalhães, no município de Santa Inês, a 294 km de Salvador, foi o estímulo para a criação de um trabalho para combater o Aedes aegypti, realizado pelos alunos Ronaldo Santos e Rosane Santos. Eles criaram um aplicativo gratuito para celular e tablet sobre prevenção e combate ao mosquito, principal transmissor também da chikungunya e zika vírus.
A iniciativa foi reconhecida pelos secretários estaduais, Fábio Vilas-Boas (Saúde) e Osvaldo Barreto (Educação), que receberam os estudantes nesta terça-feira (20.10), e se propuseram a auxiliar no aperfeiçoamento do aplicativo. Também estiveram presentes ao encontro, o subsecretário da Saúde, Roberto Badaró, e os professores Eduardo Souza e Hérmeson Eloi que explicaram que a ferramenta foi uma das novidades apresentadas na Feira de Ciências do colégio, que contou com diversos projetos científicos.
O secretário de Educação, Osvaldo Barreto, destacou o protagonismo juvenil dos estudantes da rede estadual de ensino, enquanto o secretário de Saúde, Fábio Vilas-Boas, elogiou o trabalho, que chamou de causa importante “pois a melhor forma de se combater o mosquito é eliminando os criadouros e a informação é um instrumento fundamental nesta tarefa”. Para Vilas-Boas, “ é preciso estimular os estudantes a inovar”.
De acordo com o subsecretário da Saúde, Roberto Badaró, a sociedade precisa estar alerta para combater os criadouros. É importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água destampadas, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
O aplicativo Fora Aedes Aegypti está disponível no Google Play para aparelhos com a plataforma Android, mas segundo o estudante Ronaldo a intenção é estender a outros sistemas operacionais.
*Redação Portal Saúde no Ar

















