O câncer de próstata afeta a glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. É o tipo de tumor mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele.
Uma vacina brasileira contra próstata começa a ser testada nos EUA. Enquanto o Instituto do Câncer, no Rio de Janeiro, investiga a genética do homem brasileiro com o objetivo de personalizar os tratamentos.
A vacina do médico brasileiro, Fernando Kreutz também promete tratamentos individualizados. Depois de 25 anos de estudos no Brasil, ela recebeu sinal verde da FDA, Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos.
Na última terça-feira, o primeiro de um total de 280 voluntários retirou fragmentos do câncer de próstata para a pesquisa em solo americano. Segundo o doutor Fernando, se tudo der certo, a FDA pode autorizar o registro da vacina brasileira dentro de dois anos.
A expectativa é que os casos de câncer de próstata devem dobrar até 2040. E o melhor caminho sempre é a prevenção.
“É uma caminhada de muita resiliência, de muito apoio de diversas partes. Para chegar onde a gente chegou, são literalmente centenas de pessoas que hoje estão trabalhando para isso”, relata o médico.










