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Órgãos em 3D substituem cadáveres em universidade

A partir de agora, os estudantes de medicina contam com a mais nova tecnologia – órgãos criados com tecnologia 3D –  para estudar o funcionamento de órgãos, descartando assim a presença de cadáveres ou de imagens de livros. A iniciativa é uma parceria entre a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo -USP e a Universidade do Estado do Amazonas –UEA.

A nova tecnologia já beneficia aproximadamente dois mil alunos dos cursos de Medicina, Odontologia e Enfermagem da universidade amazonense. A UEA foi a primeira universidade a receber as peças. A USP fez uma ressonância nos órgãos para construir as peças, impressas em equipamento 3D. A reprodução pode ser feita em qualquer lugar com uma impressora compatível.

O projeto foi realizado por meio de um convênio com investimento de cerca de R$ 1,5 feito pela UEA. Houve também um investimento na formação dos docentes, segundo informou a USP.

As peças exibem todas as estruturas dos órgãos e permitem a realização de recortes e ampliações, além de ser mais uma alternativa para o ambiente de ensino, uma vez que, é difícil manter os cadáveres. Em novembro, o projeto integra ao ensino da União das Faculdades dos Grandes Lagos (Unilago), em São José do Rio Preto –  interior paulista.

Foto – Crédito: USP

*Redação Saúde no Ar

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