IBGE- Cidades com maior e menor taxas de analfabetismo

O IBGE divulgou nesta sexta-feira (17) uma lista das cidades com as maiores e menores taxas de analfabetismo no país. As informações fazem parte do Censo 2022 – Alfabetização…

O Brasil tem 11,4 milhões de pessoas de 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever um bilhete simples (taxa caiu de 9,6% em 2010 para 7% em 2022). O IBGE informou que, neste momento, optou por divulgar as informações referentes a esse recorte etário por ser o mais utilizado, internacionalmente, para a aferição da taxa de alfabetização.

Foram selecionados os 50 municípios no total: 25 com a menores taxas de analfabetismo e 25 com as maiores

As cinco menores taxas de analfabetismo se concentram em municípios da região Sul — em especial, de Santa Cataria e do Rio Grande do Sul.… –
São elas, São João do Oeste (SC), Westifália (RS), Rio Fortuna (SC), Águas de São Pedro (SP), São Vandelino (RS)

As cidades com maior taxa de analfabetismo: Floresta, Aroeiras de itaim, Massapé do Piaui, Paquetá,Padre Marcos, todas no Piaui.

As maiores taxas de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais foram de municípios do Piauí, Roraima, Ceará, Maranhão e Alagoasib.

Com 1.420.947 pessoas de 15 anos ou mais que não sabiam ler nem escrever em 2022, a Bahia manteve o maior número de analfabetos do país. O estado ocupa essa posição há pelo menos 31 anos.

A pesquisa mostrou, também, que a taxa de analfabetismo caiu em todos os municípios baianos. A queda do analfabetismo na Bahia entre 2010 e 2022 foi de quase 18%.  Ainda segundo os dados do IBGE, as taxas de analfabetismo no Estado caíram para todos os recortes étnico-raciais, entre 2010 e 2022.

No último levantamento demográfico, o Brasil tinha quase 11 milhões e meio de pessoas que não foram alfabetizadas.

Isso quer dizer que, em 2022, a taxa de analfabetismo no país era de 7%. Ainda de acordo com o instituto, na Bahia, esse índice recuou de 16,6% para 12,6% em 12 anos.

Em 2022, o Nordeste concentrava pouco mais da metade dos analfabetos do Brasil (53,7% do total), com destaque para Alagoas (17,7%), Piauí (17,2%) e Paraíba (16,0%). Na Bahia, o analfabetismo é observado de forma mais intensa entre homens, indígenas e pessoas com mais de 55 anos.

 

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