O efeito será maior sobre aquelas com alta demanda do SUS. Basicamente, os hospitais filantrópicos, que já estão em grave crise financeira, decorrentes do teto no orçamento da saúde.
Os estados do sudeste, como Rio de Janeiro e São Paulo, os valores pagos hoje para a área de enfermagem estão equiparados ou próximos ao piso fixado na nova lei, mas no nordeste a realidade é diferente.
Entre os hospitais privados, o Mater Dei é o único que descarta categoricamente corte de pessoal por causa do piso. Em reunião recente, a diretoria da rede na Bahia definiu que, independente das negociações no STF, absorverá o aumento dos custos sem demitir colaboradores na unidade inaugurada este ano em Salvador.










