A defesa do ex- presidente, Jair Bolsonaro, devolveu na tarde desta terça-feira (4) a terceira caixa de joias recebida da Arábia Saudita em 2019, conforme informação divulgada pelo assessor do ex-presidente Fabio Wajngarten. A decisão atende a uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).
Os advogados de Bolsonaro já haviam devolvido o segundo estojo, também por ordem do TCU, que contém um relógio, uma caneta, abotoaduras, um anel e um tipo de rosário da marca suíça Chopard, avaliados em R$ 500 mil. As joias não foram declaradas à Receita Federal quando ingressaram no país.–
As joias foram entregues à Caixa Econômica Federal. Avaliado em R$ 500 mil, o kit tem entre as peças um relógio da marca Rolex.
“A entrega reitera o compromisso da defesa do presidente Bolsonaro de devolver todos os presentes que o TCU solicitar, cumprindo a orientação do ex-mandatário do país, que sempre respeitou a legislação em vigor sobre o assunto”, disse o assessor, em mensagem na rede social.
Se no momento em que as joias entraram no Brasil, fosse declarada como pertencentes a presidência da República, não teriam nenhum problema alfangedário e as joias ficariam no Palácio do Planalto, mesmo após a derrota de Bolsonaro nas urnas. Mas ele ficou com as joias como se fosse um presente pessoal, e pelo alto valor, e por não ser considerado personalista, não é permitido pela legislaçao que ficasse de posse do ex- presidente.











