Transmitida pelo sangue contaminado – tanto diretamente, em transfusões feitas há mais de 20 anos, quanto indiretamente, por compartilhamento de seringas, agulhas ou equipamentos de manicure, por exemplo -, a hepatite C tem cura por meio de medicamentos em 90% dos casos, ressaltam os especialistas. O importante, de acordo com eles, é que a doença seja diagnosticada e tratada, porque com o tempo ela evolui para cirrose e câncer de fígado.
Hepatologistas e infectologistas aguardam com ansiedade a chegada ao mercado internacional de uma nova série de medicamentos para o tratamento da hepatite C, a partir do fim do ano. Hoje, no Brasil, o paciente tem disponível apenas o tratamento com um coquetel que pode causar diversos efeitos colaterais – até intolerância, em certos casos.

