Os bebês das mães infectadas pelo Zika Vírus não só podem desenvolver a microcefalia, calcificações cerebrais, restrição de crescimento intrauterino, entre a 5ª e a 38ª semanas de gravidez, como têm a probabilidade de desenvolverem más formações em qualquer fase da gestação.
Essa conclusão foi resultado de um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz em parceria com a Universidade da Califórnia, publicada no site da revista The New England Journal of Medicine.
O estudo foi iniciado em setembro do ano passado, com 88 mulheres que apresentaram sintomas de Zika, entre as quais 72 tiveram diagnóstico positivo para a doença, comprovando que 88% das grávidas haviam tido dengue e 21% delas disseram que os companheiros também já contraíram zika.
Os pesquisadores acreditam que os resultados servem de comprovação para mostrar a ligação entre a infecção e “anomalias fetais e placentárias”, independente do período de gestação.
Redação Saúde no Ar *
(M.M.A)

