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Tecnologias de segurança social: proteção ou controle da matriz?

A crescente digitalização da vida social trouxe à tona tecnologias de segurança social que prometem proteger cidadãos, prevenir crimes e responder rapidamente a emergências. Contudo, essas mesmas tecnologias suscitam questionamentos profundos: estariam servindo à proteção legítima ou à vigilância massiva que restringe liberdades, configurando o que muitos chamam de “controle da matriz”?

 

1) Fundamentos técnicos e científicos

 

2) Perspectiva filosófica e política

 

3) Liberdade de expressão e censura algorítmica

 

4) Desfechos possíveis: entre segurança e distopia

 

As tecnologias de segurança social são paradoxais: podem salvar vidas e coibir crimes, mas também restringir liberdades, se transformando em ferramentas de controle da “matriz” social. A decisão entre segurança e liberdade depende do uso ético, da regulação transparente e da vigilância cidadã sobre quem vigia.

 

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