O hipogonadismo é uma condição em que o organismo produz quantidades insuficientes de hormônios sexuais.
Nos homens, isso significa níveis baixos de testosterona.
Nas mulheres, deficiência de estrogênio.
O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a oferecer novas opções de terapia hormonal para pacientes com hipogonadismo hipogonadotrófico orgânico, condição que compromete a produção de hormônios sexuais e pode causar atraso puberal, infertilidade e outras alterações no desenvolvimento.
A medida foi oficializada em portarias publicadas pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (16). Entre as mudanças está a incorporação de diferentes formulações de testosterona para reposição hormonal em homens com a doença e para indução da puberdade em adolescentes do sexo masculino.
O governo também aprovou a oferta do estradiol em adesivo transdérmico para indução da puberdade em adolescentes do sexo feminino com a mesma condição.
A incorporação amplia o acesso a tratamentos usados para induzir a puberdade em adolescentes que não conseguem iniciar espontaneamente esse processo por causa da doença.
Para meninas, o SUS passará a oferecer o estradiol em adesivo transdérmico, uma forma de administração que permite liberação gradual do hormônio pela pele e busca reproduzir de maneira mais próxima a exposição hormonal natural da puberdade.
Para meninos, a rede pública passará a disponibilizar formulações de testosterona utilizadas para promover o desenvolvimento das características sexuais secundárias e a progressão da puberdade.
Segundo o Ministério da Saúde, os tratamentos deverão estar disponíveis no SUS em até seis meses.
Fonte G1. Foto Chat GPT.

