As tragédias causadas por desequilíbrios ambientais, estão se multiplicando no mundo e os eventos ocorrem cada vez mais rapidamente e com mais frequência
o furacão Milton deixou parte dos EUA em alerta e obrigou moradores a evacuarem cidades inteiras.
No Rio Grande do Sul, mais de 180 pessoas morreram após temporais em abril.
Na Espanha as ruas foram transformadas em rios e matou mais de 200 pessoas.
Na África, parte do deserto do Saara ficou alagado.
O ano de 2023 foi o mais quente já visto na história, e 2024 está superando 2023.
Em 2023, as concentrações médias globais de dióxido de carbono (CO2), o gás de efeito estufa mais abundante na Terra, ultrapassaram os níveis da era pré-industrial em 151% (definida pelo ano de 1750)
Segundo a WMO, agência da ONU, a cada aumento de 1°C de aquecimento, o ar saturado contém 7% a mais de vapor de água em média. Assim, cada fração adicional de aquecimento aumenta o teor de umidade atmosférica, elevando o risco de desastres.
Toda humanidade é responsável para evitar essas catástrofes, não desmatando, não poluindo os rios e mares, entre outras ações de preservação do planeta.

