Segundo a equoterapeuta e psicomotricista Maria Cristina Guimarães Brito, coordenadora da Abae, uma Ong sem fins lucrativos, a equoterapia é recomendada no tratamento da paralisia cerebral, lesões neuro-motoras, deficiências sensoriais, distúrbios evolutivos e comportamentais, patologias ortopédicas, distrofias musculares, amputações, síndromes genéticas, esclerose múltipla, retardamento mental, AVC, autismo, síndrome de Down, distúrbios emocionais, de linguagem e aprendizado dentre outros. Antes da admissão ao programa, o paciente passa por uma avaliação interdisciplinar. O método é empregado há mais de três décadas em países europeu. Na Bahia foi introduzido há 22 anos, pela Abae e pelo esquadrão da Polícia Montada da PM, mas somente agora vem ganhando popularidade.<Br><Br>
Na equoterapia, o acompanhamento interdisciplinar conta com médico veterinário, fisiatra, neurologista, ortopedista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicomotricista, pedagogo, educador físico, assistente social e guias auxiliares. “Não podemos oferecer todas estas especializações, pois, ainda estamos no começo e necessitando ampliar nossa parceria, já que temos, hoje, uma demanda de mais de 2 mil crianças carentes”, informa o vice-presidente da ABCCPE/Bahia, Leonardo Abreu.<Br><Br>
A partir do próximo dia 24, a Apae vai oferecer um curso voltado para terapeutas que queiram se especializar na equoterapia. Mais informações no número (71) 91663582 ou enviando mensagens para equoterapiaabae@hotmail.com
