Autoconhecimento e o bem estar

Oprimida, infeliz, deslocada do seu ambiente familiar, profissional. Esta pessoa não está bem consigo mesma, já, possivelmente, adoecida, e precisa tomar uma atitude! As pessoas que conhecemos, e veja se não nós mesmos, estão correndo atrás de coisas que lhes façam felizes. Trabalham e lutam muito para ter e, assim, assegurarem um espaço no pedaço da felicidade que couber ao mundo. Buscam, sem freios, em todos os instantes e momentos a felicidade e esquecem, simplesmente, de serem felizes. Mas lá na frente, conseguindo ou não o que se quis, olham para trás e se apercebem que o tempo passou. Quando…

Renovando o comportamento

Afetos têm a sua intensidade diminuída; comportamentos dos que nos são queridos são alterados; situações se modificam, surgem outras novas com maiores graus de complexidade; amigos refazem suas opções; os entusiasmos se arrefecem ou se transferem para outros interesses; surgem novos desafios ao longo das nossas vidas. Tais fenômenos renovadores não nos devem aprisionar ao passado, remeter nossa atenção ao futuro, conduzir-nos ao desânimo, à revolta ou à depressão. Recolher-se ainda que à oração, se passiva, rogando fazer-se-me um instrumento da paz, inspira o concurso da atenção divina porém ainda estaremos frágeis mantendo-nos passíveis de sermos afetados emocionalmente por fatores…

Quer ajudar? Então, prepare-se. Porque você pode!

Apatia, desânimo, preguiça, angústia, tristeza, mau humor, irritabilidade, agressividade, ausência de prazer, isolamento social, dificuldade de concentração, redução na memória e no raciocínio, diminuição da produtividade, fadiga, cansaço físico e psíquico, pensamentos negativos recorrentes, desesperança, ideias de fracasso, culpa, choro fácil ou preso, alterações no sono, dormir tarde e acordar tarde, sonolência diurna, alterações no apetite, ganho ou perda de peso, dores em geral, queixas físicas, agonia na cabeça. A manifestação daqueles sintomas, suas variantes e desdobramentos podem sinalizar que estamos diante de um caso de depressão, perante alguém que precisa de ajuda, embora, muitas vezes, a grande maioria das…

Relacionamentos familiares

Muito comum, há algum tempo,  encontrar-se poltronas dispostas, nas salas, de tal forma em que elas ficavam umas de frente para todas as outras. Ali, naquele ambiente, à noite geralmente, as pessoas se reuniam. Estar unida a família, no café da manhã, almoço e janta era uma exigência que não dispensava a presença de nenhum dos seus membros. A autoridade, predominantemente, paterna mesclava-se com a complacência materna e, sob esta regência pais e filhos conversavam. Ainda que com severidade e rigidez os pais eram tidos com profundo respeito e exemplo para todos. Orientações, comportamentos, limites, regras, situações, histórias da família,…

Ser religioso não basta

Ser religioso basta? Os dóceis consumidores de religião, pura e simplesmente, podem considerar-se providos de benefícios seja qual for o seu comportamento ou a intensidade de sua fé?  A relação entre a saúde e a espiritualidade depende de como o homem vive a sua religiosidade e se fundamenta no apoio, no objetivo e no motivo que ele tem para viver.  Para Carl Gustav Jung, o Pai da Psicologia Analítica, a religião é uma das expressões mais antigas e universais da alma humana, é um fenômeno sociológico e histórico. A espiritualidade está presente nos indivíduos, embora poucos a desenvolvam, e assume…

Religião, religiosidade e espiritualidade

Gosto muito do por que. Ele é instigante, provocativo, convidativo a reflexões e exigente por requerer uma resposta, uma razão pela qual algo possa fazer sentido, se justificar, ter lógica. É ele que nos permite compreender e sem compreensão não pode haver um movimento de mudança. Assim sendo, por que devemos ter saúde? Por que saúde é algo bom? Qual a sua utilidade? Para se viver intensa e tão somente os prazeres da vida ou para termos vida? Para assegurarmos a vida? Para sobrevivermos? Na tentativa de encontrar respostas, estas indagações nos remetem a outras questões: Quem somos? De onde…