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Anvisa amplia uso da receita digital

A Anvisa iniciou em 30 de setembro de 2026 a nova etapa do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), que amplia a emissão eletrônica de Notificações de Receita A, B e B2 (receitas amarelas e azuis), retinoides e talidomida.

O que muda na prática
Novos receituários digitais: Permite a prescrição eletrônica de medicamentos controlados antes restritos apenas ao meio físico, incluindo tarjas pretas e vermelhas específicas (como notificações amarelas e azuis).

Integração obrigatória: Os sistemas de prescrição dos médicos precisam estar integrados ao SNCR para emitir os documentos digitais válidos.

Validade do papel: As receitas em papel continuam totalmente válidas e a transição para o formato digital ocorre de forma gradual.

Rastreabilidade: Cada receita eletrônica conta com um layout padronizado e um QR Code obrigatório para checagem de autenticidade no sistema nacional.

1. Regras para Médicos e Prescritores


🛒 2. Procedimento para Farmácias e Drogarias


⏳ 3. Prazos de Transição (Receitas em Branco e Controle Especial)
Para evitar desabastecimento e dar tempo de adaptação técnica aos softwares médicos, a Anvisa estipulou uma transição gradual de 30 dias para as receitas brancas eletrônicas: 

Período O que é aceito nas farmácias?
Até 29 de outubro de 2026
(Janela de transição)
Coexistência total: Podem ser emitidas e dispensadas receitas físicas (papel), receitas eletrônicas antigas (sem integração/numeração SNCR) e receitas eletrônicas já integradas ao SNCR.
A partir de 30 de outubro de 2026 Integração obrigatória: Novas receitas eletrônicas brancas (Controle Especial e retenção) só serão válidas se possuírem a numeração gerada pelo SNCR.
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