De acordo com a diretora-executiva da WaterAid Barbara Frost, esta situação completamente inaceitável afeta a educação, a saúde, a dignidade de mulheres e meninas e, em última instância, resulta em mortes precoces e desnecessárias. Relatórios de estudos, também mostrou que além da falta de saneamento básico, as únicas doenças que mais matam as mulheres, são doenças cardíacas, derrames, infecções das vias respiratórias inferiores e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
Segundo os pesquisadores, cerca de um bilhão de mulheres não têm acesso a banheiros seguros – higienizados e 370 milhões não possuem água limpa. Muitas mulheres em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento têm seus filhos em casa, sem acesso à água potável, o que expõe os recém-nascidos a todo tipo de infecções. Sem acesso a banheiros, muitas mulheres e meninas são obrigadas a evacuar ao ar livre, principalmente a noite, o que aumenta o número de assédio e abuso sexuais.

